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segunda-feira, setembro 27, 2010

Namoro Cristão


O namoro cristão é uma preparação. Um período extremamente importante na vida de dois jovens cristãos e de muitas responsabilidades. Representa um período de transição entre dois jovens ou adultos, um homem e uma mulher, cristãos, sendo que ambos devem ter um bom nível de maturidade. Ambos mantém um bom ritmo de comunicação, sendo através deste relacionamento orientados e preparados por Deus para um futuro casamento. Namoro cristão deve sempre visar o casamento. Um namoro que não tem como alvo um futuro casamento, sequer deve ser iniciado.

Embora o desejo seja que ambos se tornem íntimos em seu relacionamento, isso não quer dizer liberdade no aspecto físico e muito menos liberdade sexual entre o casal de namorados. A relação sexual está destinada a ser desfrutada apenas entre pessoas devidamente casadas.

Este é um período de conhecimento mútuo, conhecimento da alma, do coração, nunca do físico um do outro. O aspecto físico está destinado para depois do casamento. Portanto, exige disciplina própria, vigilância constante. É um tempo onde se obtém oportunidade de duas personalidades diferentes se harmonizarem, conhecerem um ao outro. Comunhão espiritual é fator primordial. Lembre-se que quanto mais próximo cada um estiver de Deus, mais próximo estarão um do outro. Este período também serve para confirmar a perfeita vontade de Deus para a vida de ambos.

O padrão de Deus para um namoro bem sucedido é este:

1) Espiritual – forte. Deus em primeiro lugar, nunca seu namorado (a).

2) Vontade, emoções e mente dentro do plano de Deus.

3) Corpo (físico) – sob controle.


Quando um namoro está fora do padrão de Deus, o que acontece é justamente o contrário:

1) Espiritual – fraco. A sensibilidade espiritual está cauterizada.

2) Emoções, vontade e mente – descontrolada.

3) Físico – sensual.


Portanto, fora do padrão de Deus ocorre que o lado espiritual fica cauterizado; a mente, a vontade e as emoções raciocinam de forma sensual e o físico fica corrupto.

Uma pergunta séria a se pensar: A vontade de Deus é mais importante que o seu namoro?
Esses são Jaque e Jefferson, um casal de amigos que completaram seu 3 mês de namoro, pessoas que eu desejo toda a Felicidade do mundooooo...

sexta-feira, setembro 24, 2010

Cade o Romantismo???


Pode ser que eles ainda existam, mas sei que não possuem a mesma intensidade de alguns anos, antes eram vividos como se fossem os únicos de uma vida, a entrega era perfeita de ambas as partes. Os homens dedicavam-se as doces serenatas e aos buquês vermelhos, as mulheres suspiravam redigindo cartas e sonhavam com seus amados.

Mas com toda a modernidade que o tempo trouxe em seu avanço, o homem acabou moldando-se para a vida tornando-se frio, cauteloso e arisco às emoções, com medo de se envolver, medo de viver, medo de amar e por conseqüência medo de sofrer. Claro que ninguém deseja sofrimento a si próprio, mas há de haver riscos para que a vida tenha alguma valia, não há?

Há de ter aventura, de ter desmazelo e acima de tudo paixão aliás, o amor deveria ser ingrediente fundamental na vida humana, seja em âmbito pessoal ou profissional, afinal como se consegue desenvolver algo sem Amor? Precisamos dele para nossos trabalhos, para nossas amizades, para tudo que realmente fizer sentido e necessitar de continuidade.

Contudo essa paixão já não mais existe no cotidiano humano, como toda regra há sua exceção, mas é visível a frieza de todos pós-modernidade, não há mais serenatas, nem ao menos as cartas restaram, não existem mais buquês vermelhos que digam o quanto vale um verdadeiro amor, uma amizade intensa ou um simples gesto de simpatia.

O romance está em extinção e temo mais ainda pelas futuras gerações, que talvez nem sentirão a sensação doce que é viver um amor intenso, ou uma paixão de verão momentânea, talvez nunca saberão o que é sofrer por um sentimento, pois também nem terão oportunidade de senti-lo.Quem sabe assim contaremos aos nossos netos as histórias que embalaram nossas gerações, como realmente um dia o humano foi capaz de ser solidário, companheiro, amigo, amoroso e fiel com aqueles pelos quais sentiu algum tipo de amor ou amizade, algum tipo de sentimento que pudesse nos diferenciar das máquinas e da robótica perturbadora que formou o homem moderno.

terça-feira, maio 25, 2010